Restaurante Tribuna Restaurantes em Bragança Cozinha Tradicional

O menu é curto e está afixado na porta – três entradas, cinco pratos, uma sobremesa e dois cocktails de assinatura a somar a uma carta de vinhos naturais e de baixa intervenção. Há dois menus, um mais simples, em que cliente escolhe entrada, prato e sobremesa, e o de degustação, com seis momentos. À frente do restaurante está uma família de Cantanhede, que entretanto abriu um segundo espaço no centro da cidade, na Duque de Palmela.

Boletim prevê intensificação do El Niño no Brasil nos próximos meses Com novas entradas todos os anos, a lista de restaurantes em Lisboa com o reconhecimento do famoso guia vermelho não pára de crescer. Nestes restaurantes de Lisboa, ainda é possível comer até 10€. A carta tem duas dezenas de pizzas, de massa fina e rústica, embora a história deste restaurante se faça igualmente de saladas, pastas e risotos. Outro espaço onde se pode encontrar Leonor é no Bibs. Croquetes, pastéis de bacalhau, mousse intensa e vinho a jarro completam o quadro de uma sala cheia de clientela fiel.

Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho. As opções estão sempre a mudar, assim como a carta de vinhos, com uma aprimorada selecção de vinhos naturais. Com criatividade, detalhe e consistência, a chef argentina Romina Bertolini eleva a fasquia com pratos como o arroz de couves tostado, tosta de curgete e anchovas, cabeça de xara com picles ou suas cobiçadas empanadas. Criado no Cais do Sodré, onde se fez casa de jazz, poesia e boa comida, o Tati mudou-se para a Penha de França e em pouco tempo mudou também a nossa atitude nonchalante para com o projecto. O menu segue o estilo omakase, por isso, é o chef que escolhe as proteínas que quer apresentar, o que muda com frequência e consoante as estações. Era, na verdade, exactamente aquilo que Kosuke Saito, chef japonês natural de Kanagawa, tinha idealizado para o seu primeiro restaurante.

Sítio de Gente Feliz

São muitos os restaurantes do mundo, da Itália ao Japão, mas o grande destaque, talvez, vá para a cozinha tradicional portuguesa – de tal forma que a grande novidade na zona é uma nova tasca antiga (a Vida de Tasca, de Leonor Godinho). Tem uma esplanada grande para dias solarengos e uma carta de vinhos variada para acompanhar os bons pratos. Neste restaurante em Benfica – não é fácil dar com o restaurante, devido à localização recândita – encontra bom peixe grelhado no carvão, sempre fresco e com boas recomendações do dia, das lulas, à garoupa, ao cherne, dourada, por aí fora. Numa esquina tranquila de uma zona residencial de Benfica, em frente à Escola Superior de Comunicação Social, do outro lado da Segunda Circular, fica este inesperado restaurante que arrancou quatro estrelas ao crítico Alfredo Lacerda. Para sobremesa, a frescura dos mochis. Neste caso, é em Benfica que tudo acontece – e tudo é muita coisa, mesmo que possa não parecer.

  • Nesta casa courense – entenda-se, de pessoas de Paredes de Coura – não há prato que desiluda, sendo a massada de peixe, o polvo à lagareiro e os bons grelhados – quer de carne, quer de peixe – uma aposta sempre segura.
  • Se não troca a comida da avó e da mãe por nada deste mundo, leia o que se segue.
  • É uma cafetaria, mas a dupla não conseguiu ficar longe dos tachos e criou um menu de almoço, com pratos do dia, sandes e sopa, que seduziu de imediato a população do bairro.
  • Situado junto à Igreja de São Nicolau, o Trama é o novo projecto do chef Kelvin Muñoz (Grano).
  • Nestas tascas, nunca faltam os pratos do dia (cabidela, cozido à portuguesa, mão de vaca, massada de peixe…), nem os doces da casa para acabar.

Sobremesas

Mas a chanfana, prato do qual Miranda do Corvo, no distrito de Coimbra, se diz capital, é um daqueles que fideliza clientes. É a escolha de muitos chefs para almoçar ou jantar numa folga, aposta segura para boa comida tradicional a preços que já pouco se encontram na cidade. Nesta Floresta, quando o relógio se aproxima das 13.00, as mesas https://tribunasportsbar.pt/ já estão cheias, e da cozinha vão saindo bons pratos típicos portugueses. Estamos numa das poucas casas inteiramente dedicadas ao bacalhau salgado seco – o que é ao mesmo tempo triste, sendo este porventura o produto mais distintivo da cozinha portuguesa. Da última vez que espreitámos a ementa vimos 26 pratos com bacalhau, das entradas aos principais.

Leve em mente que tem de guardar espaço para o conhecido bolo de bolacha com mousse de chocolate. Nenhuma refeição aqui fica completa sem a famosa mousse de chocolate. Na casa que tem junto ao Campo Pequeno há uns bons anos, mostra o melhor da sua cozinha de inspiração transmontana, sempre a cruzar outras regiões do país.

Casa Expresso

Clássicos como a alheira com ovo, o bitoque e os choquinhos grelhados não falham, tal como a energia pulsante da casa. Pode ficar na fila, mas é coisa para demorar um bocado. Aqui, podemos não ter as míticas 1001 receitas de bacalhau, mas, entre entradas e pratos principais, conte com duas a três dezenas de propostas na ementa.

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Por fim, os clássicos tacos, servidos em doses de dois e com livro de instruções na mesa a indicar como os deve comer. A carta do Lamassa oferece-a em vários formatos, como tagliatelle alla carbonara (9€), ravioli alla taleggio com recheio de queijo tallegio e molho de gorgonzola (11€) ou pappardelle com cogumelos e trufas (13€). O La Massa fica na fronteira entre o Estoril e São João do Estoril. Nesta lista encontra os melhores restaurantes no Estoril para almoçar ou jantar, desde os espaços mais clássicos até aos mais modernos e saudáveis – passando por tascas e restaurantes de fusão . Hoje, além de praias, tem bons sítios para comer, ir às compras e passear, a dois passos do mar ou mesmo no meio da vila apalaçada. Conheça aqui os melhores sítios para comer no Estoril, desde os clássicos às novidades.